Recordações
Talvez não exista fins nem começos. Nem eu sei em que dia quebrei os vidros da minha janela. É preciso mesmo coragem para dizer adeus. Ainda tentei guardar o nosso barulho naquela caixinha, mas não consegui. Aqui onde estou, é um vazio chorado, sentido e já conhecido. Meu coração está no meio da bagagem, junto com insistentes recordações.
Nenhum comentário:
Postar um comentário